Campos de Golfe


Golfe Alamos

O Alto Golf foi inaugurado em Junho de 1991, com a presença do Presidente da República.

Situado entre Alvor e a Praia da Rocha, está a cerca de 5 quilómetros da cidade de Portimão.

O Alto Golf foi o último desenho do legendário Sir Henry Cotton e está construído entre dois vales, com um total de 6125 metros. De realçar, também, um excelente par 5 de mais de 600 metros, o mais longo buraco do país (provavelmente da Europa, também); exige três pancadas precisas, e ainda que se evite um lago e se alcance um green estreito e rápido, buraco que tem o nome de "Henry Cotton Challange" em homenagem ao conceituado arquitecto e à sua filosofia de buraco de golfe.

Golfe Alto

O exclusivo campo de 18 buracos com Par 72 foi construido entre dois vales levemente inclinados e extende-se por 612 metros. Os nove buracos iniciais oferecem uma excelente vista da baía de Lagos.

Os últimos nove situados na encosta incluem o notável Henry Cotton Challenge, o mais longo Par 5 na Europa. A 604 metros, é necessário três longas e certeiras tacadas para evitar o lago, aguentar o angulo do fairway e encontrar o pequeno e muito bem protegido green.

Golfe Balaia Village

O verdadeiro desafio que qualquer percurso de golfe apresenta ao golfista é o teste à sua capacidade em controlar a distância e direcção das suas "pancadas na bola". O campo Balaia valoriza essa exigência.

Inaugurado em Abril de 2001,este campo é composto por 9 buracos, par 3, com um percurso ideal para a prática ou iniciação da modalidade. O ondulado dos fairways aliado às excelentes condições dos greens, constituem atractivos suficientes para qualquer nível de handicap de jogo.

Com uma localização priveligiada entre Albufeira e Vilamoura e a posição estratégica da Academia de Golfe junto ao "Club House" que oferece uma excelente vista panorâmica sobre o mar e o campo, são argumentos que justificam a sua visita.

Golfe Benamor

Este novo percurso projectado por Sir Henry Cotton está localizado numa zona do Algarve que até há pouco tempo não dispunha de qualquer infra-estrutura para a prática do golfe.

Em 1986, Sir Henry Cotton inspirou-se numa velha igreja da Quinta de Benamor para estabelecer a "clubhouse" daquele que seria o primeiro campo do Sotavento algarvio. Mas o lendário campeão e arquitecto de golfe britânico morreu no ano seguinte e o projecto sofreu várias alterações, pela mão de Howard Swan e de Raymond Jones até ao traçado definitivo do percurso, que foi inaugurado no ano 2000. A igreja, cujo espólio foi totalmente roubado ao longo dos anos, está a ser recuperada na íntegra e será reaberta para a prática do culto religioso; a "clubhouse" foi construída junto à igreja e à velha casa solarenga da herdade.

Trata-se de um campo ondulado, mas não excessivamente, com vistas para a serra de um lado e para o mar do outro, tendo como árvores dominantes a alfarrobeira, a oliveira e a figueira. Os primeiros buracos de cada metade são mais fáceis e propícios à obtenção de "birdies", mas os seguintes já são mais compridos e difíceis. Os “greens” são largos e recebem bem a bola.

Golfe Boavista

Depois de dois anos em construção o Boavista Golf abriu ao público no dia 1 de Janeiro de 2002.

Este campo de 18 buracos, desenhado pela Howard Swan Msc, apresenta óptimas condições para a prática do golfe. A filosofia do seu arquitecto, criar um campo como se ele sempre tivesse existido nesse lugar, foi aplicada na construção do Boavista Golf, preservando e integrando o seu terreno natural.

O Boavista apresenta duas secções distintas oferecendo uma variedade interessante de buracos. Desde o primeiro shot de saída ao último putt do buraco 18 o campo uma enorme variedade de buracos criando diversos desafios para qualquer nível de jogador.

Paisagens espectaculares sobre o Oceano Atlântico, visível da maior parte dos buracos, torna este campo maravilhoso para qualquer visitante.

Durante a construção foram replantadas várias oliveiras à volta do perímetro do campo que se juntaram às amendoeiras e figueiras que ai existiam ás quais também se acrescentaram algumas palmeiras.

Golfe Castro Marim

É um dos mais recentes percursos de Portugal, tendo sido inaugurado no ano 2000, numa zona do Algarve que até há pouco tempo não dispunha de infra-estruturas de golfe.

O recente percurso de Castro Marim fica integrado num empreendimento de qualidade verdadeiramente excepcional, concebido com o objectivo de proporcionar momentos únicos de lazer. A sua localização é privilegiada, na tranquilidade do Sotavento algarvio – sendo mesmo o primeiro campo de golfe localizado naquela zona do Algarve, com lindas vistas sobre o oceano Atlântico, o rio Guadiana e a reserva natural. O chamado "Atlantic Course" foi desenhado usando a modulação natural dos montes e polvilhado com muitos lagos decorativos. Os "fairways" são feitos com relva Bermuda e os “greens” dotados da nova relva Penn A4.

O que torna o Castro Marim Golfe & Country Club realmente especial é a rara conjugação, num único lugar, de factores tão importantes como a história, a cultura, a natureza, o rio, o mar, a praia e o desporto, com um serviço e qualidade inexcedíveis. A vizinhança do percurso de Benamor faz com que ali tenha surgido um novo pólo de golfe no Algarve.

Golfe Colina Verde

O nosso Executivo Campo de Golfe de 9 buracos é adaptado para jogadores de todos os níveis. Simples o suficiente para iniciados, mas também desafiante para os mais experientes que queiram praticar o jogo curto. Com um tempo médio de jogo de hora e meia deixa-lhe tempo de sobra para ususfruir de todas as nossas facilidades.

Disponibilizam o aluguer de equipamento, bem como área de treino, tornando o local ideal para os profissionais de golfe poderem treinar grupos ou jogadores individuais.

Golfe Faldo Amendoeira

O Oceânico Faldo Golf Course, em terreno acidentado, liga os dois extremos mais elevados da imensa propriedade da Amendoeira. A estratégia é um factor que deve sempre ser tido em conta e os jogadores têm que se posicionar bem em cada shot para conseguirem um bom resultado. Desde o primeiro buraco, um desafiante par 4 em ascensão, até ao último, um magnífico par 5, as colinas e o terreno ondulado potenciam um jogo estimulante, tanto em concentração como em perícia.

Golfe Gramacho

O Carvoeiro Golfe é um conjunto de dois campos de golfe - o Gramacho, inaugurado em Dezembro de 1991 e o Vale da Pinta, inaugurado no final de 1992, situados entre a Lagoa e o Carvoeiro.

Ambos os campos foram desenhados pelo famoso arquitecto Ronald Fream, constituindo o Gramacho uma interessante fórmula de 72 tees, nove fairways e 18 greens.

Na tradicional paisagem algarvia, suavemente ondulada, pejada de amendoeiras e alfarrobeiras, o Gramacho joga-se portanto para 18 greens duplos de grandes dimensões, oferecendo ao jogador uma perspectiva diferente em cada uma das voltas.

Desde a primeira jogada até ao green final, o jogador não só tem que jogar bem a bola como também usar a melhor estratégia a fim de obter bons resultados.- Golfistas experiêntes irão de certo verificar que jogam num bom campo de golfe, um par 72 desafiador ao longo de mais que suficientes 6.107 metros.

Golfe Laguna Vilamoura

Os 18 buracos do Oceânico Laguna Golf Course oferecem diferentes e variadas condições de jogo, uma característica típica do traço do seu autor, o arquitecto, americano Joseph Lee. Isto aplica–se tanto ao primeiro conjunto de 9 buracos, inaugurado em 1990, como aos últimos nove, de 1993.

Ao contrário dos outros campos de Vilamoura, o Oceânico Laguna localiza–se num terreno relativamente plano e aberto. A modernidade do seu design revela–se no posicionamento estratégico de bunkers e obstáculos de água, todos requerendo bastante perícia.

Millennium Golf Vilamoura

O projecto do Oceânico Millennium Golf Course é da autoria do arquitecto inglês Martin Hawtree e o campo foi inaugurado em Maio de 2000. O planeamento cuidado que antecedeu a sua concepção faz dele um dos campos mais atraentes construídos, até à data, em Portugal.

Inserido num cenário de grande beleza, o percurso serpenteia por entre pinhais e campo em estado puro, proporcionando aos jogadores um constante desafio.

Monte Rei Golf

No magnífico campo de 18 buracos projectado pelo célebre Jack Nicklaus, vai poder viver uma experiência inesquecível. Inaugurado em Junho de 2007, este Golf Country Club é já considerado o melhor de Portugal. Partilhe esta experiência com os seus amigos e passe algumas horas a fazer o que mais gosta. Este será, certamente, um dos momentos altos da sua estadia.

Morgado Golf

Enquadrado numa paisagem natural, perto das serranias de Monchique e da turística cidade de Portimão, este campo torna possível jogar golfe num local que conserva a flora característica do Algarve. Trata-se de “natureza em plena natureza”, lembrando-nos que estamos numa antiga quinta algarvia com cerca de 1000 hectares, denominada na região como um “morgado”.

O Golfe do Morgado, com 6.399 metros - PAR 73, assume-se como um dos mais longos percursos da região.

O campo, de 18 buracos, está implantado numa área de moderação moderada, perfeitamente integrado na paisagem rústica envolvente, e compõe-se por cinco buracos PAR 5, nove PAR 4 e quatro PAR 3.

Para além da extensão do percurso, constituem ainda atributos de realce a dimensão média dos seus "greens" - 800 m2 -, os seus lagos e a multiplicidade de "bunkers", estrategicamente localizados. Estas características configuram o Golfe do Morgado como um verdadeiro "Championship Course".

O'Connor Amendoeira Golf

O Oceânico O’Connor Júnior Golf Course complementa na perfeição o campo Faldo, no novo Oceânico Amendoeira Golf Resort. Os desafios deste campo luxuriante, que se estende através de um vale fértil, são os lagos e os bunkers estrategicamente localizados. Lagos e ribeiros imperam em 9 dos 18 buracos, incluindo o 3º, onde se encontra uma relíquia mourisca localizada numa ilha. A multiplicidade de tees está disponível para os jogadores de todos os níveis. Abertura no Outono de 2008.

Palmares Golf

Palmares é outro dos campos de golfe um pouco esquecidos em Portugal. Não se entende porquê: a situação do campo não poderia ser melhor do ponto de vista paisagístico, com a baía de Lagos praticamente visível de todos os buracos e do Clubhouse. Lagos, a lindíssima cidade algarvia, um dos lugares mais agradáveis de todo o país, com as suas ruas apenas para peões, muitos lugares de cultura para visitar e bons restaurantes onde o inigualável peixe cozinhado à boa maneira portuguesa está sempre presente, pressupunha que Palmares fosse um lugar a não perder. Claro que só os entendidos o não perdem e dele fazem um campo obrigatório nas suas deslocações ao Algarve.

Frank Pennink, o arquitecto inglês que já havia desenhado The Old Course (ex - Vilamoura1), o Pinhal Golf Course (ex - Vilamoura 2) e a Aroeira, fazia aqui, em 1976, mais um trabalho que se pode considerar inovador.

Pennink desenhou um campo híbrido, com cinco buracos junto à praia - um links - e os restantes na montanha, rodeados de amendoeiras e alfarrobeiras.

Na zona de links, o melhor buraco é sem dúvida o 5, um par 5 de 550 metros, um dos maiores de campos portugueses, daqueles em que parece que o «green» nunca mais chega. Logo a seguir o 6, par 4 com dogleg pronunciado para a direita, fazendo crer que o green é perfeitamente atingível com um bom drive e não raro, motivo para muitas imprecações.

O buraco número 12, par 4 de 400 metros, é outro excelente buraco, convidando os long hitters a alcançarem o green com duas pancadas. Mais à frente o par 5 número 17, curto, mas muito cénico, com a baia de Lagos ao fundo e o 18, um par 4 a subir, com um green em dois níveis e a protecção de um grande bunker do lado esquerdo; estes são dois bons buracos, para terminar.

Parque da Floresta Golf

O Parque da Floresta está situado perto da vila piscatória de Salema, a cerca de 16 quilómetros a oeste da cidade de Lagos, estando também muito perto de Sagres - um dos lugares históricos mais importantes da história portuguesa e europeia - e adjacente à reserva natural da Costa Vicentina.

O campo de golfe foi desenhado pelo famoso arquitecto espanhol Pepe Gancedo, que assinou o célebre projecto de Torrequebrada, em Espanha, e que aqui, no Parque da Floresta, deu continuidade ao seu conceito de design de campos de golfe, i.e. não fazer grandes movimentações de terras, mesmo que as condições naturais sejam adversas.

No mínimo, o que Gancedo conseguiu foi ser polémico, ao desenhar um campo montanhoso, com fairways de declives pronunciados, vários blind shots, com greens no topo de montes, que criam um efeito estranho mas, temos de confessá-lo, muito agradável e perfeitamente integrado na paisagem. Quanto ao jogo em si, cremos que fica prejudicado por se tornar demasiadamente cansativo e, eventualmente, não ser apetecível para jogadores menos novos.

Com 5888 metros e um par 72, o Parque da Floresta tem no seu par 5 número 9 um dos seus melhores buracos, com uma terceira pancada a exigir grande certeza, para um green elevado. Na segunda volta, o buraco número 15, um par 3 de 159 metros é considerado um clássico neste campo.

Penina Championship

O campo de golfe da Penina, que Sir Henry Cotton criou e que acabaria por ser o seu lar por muitos anos, é agora um monumento vivo à sua memória. A Penina foi o primeiro campo construído no Algarve e inaugurado com pompa e circunstância pelo Presidente da República em 1966. O campo era inicialmente um arrozal que foi transformado num campo de golfe de campeonato, rodeado agora de enormes e frondosas árvores, o que dá uma falsa ideia sobre a humilde origem do terreno que lhe deu forma.

Cotton aproveitou as drenagens do arrozal para definir umas vezes fairways, e outras hazards. Alargou-as em algumas situações - em lugares estratégicos -, modelou o terreno à sua volta, elevando-o e escondendo essas situações dos menos precavidos. Plantou em seguida milhares de árvores. Na realidade, mais de 360 mil árvores foram mandadas plantar por Cotton, dividindo fairways, definindo greens, dando um carácter diferente a cada buraco. Só um arquitecto com grande imaginação poderia prever o que hoje é o golfe da Penina, com as suas frondosas árvores enchendo todo o campo.

Em frente ao Hotel, um novo percurso de nove buracos foi mais tarde criado para satisfazer a cada vez mais numerosa clientela e para garantir aspectos de manutenção: o Resort course (ex - Monchique). Foi também construido um pequeno campo de buracos bastante curtos - um executive course, o Academia course (ex - Quinta) para iniciados - entre os fairways do Championshíp course.

O driving-range é muito bem orientado e amplo, sendo antecedido por um enorme putting-green com cerca de 1000 metros quadrados, o que também faz da Penina um centro de treino de superior qualidade.

O par do campo da Penina é de 73 (35+38), com a segunda volta a iniciar-se e a acabar com dois par 5 seguidos, o que não é usual. O primeiro buraco, um par 4 de 411 metros, quase no limite dos par 5 tradicionais, é muito difícil e tem um green com mais de 35 metros de profundidade que obriga a escolher criteriosamente o ferro a jogar. O fim da primeira volta tem outro buraco de mais de 400 metros, em dogleg, um green longo, em dois níveis e bem defendido por três bunkers. O buraco número 13, um par 3 de 208 metros, «corre» ao longo de um lago protegido por um bunker à direita do green e é um dos challenge holes da Penina. O 18, um par 5 com um green elevado mas alcançável em duas pancadas, é uma boa hipótese de birdíe para terminar uma competição, neste enorme campo com mais de 6370 metros, que só um grande campeão como Cotton conseguiria vencer.

Por último, nesta nossa viagem pela Penina, uma referência especial para a forma quase ideal - para quem joga - de se passar alguns dias envolvido num ambiente do mais elevado nível. Uma forma de turismo que consideramos como prioritária, para este pequeno país à beira-mar plantado.

Penina Resort

O campo de golfe da Penina, que Sir Henry Cotton criou e que acabaria por ser o seu lar por muitos anos, é agora um monumento vivo à sua memória. A Penina foi o primeiro campo construído no Algarve e inaugurado com pompa e circunstância pelo Presidente da República em 1966. O campo era inicialmente um arrozal que foi transformado num campo de golfe de campeonato, rodeado agora de enormes e frondosas árvores, o que dá uma falsa ideia sobre a humilde origem do terreno que lhe deu forma.

Cotton aproveitou as drenagens do arrozal para definir umas vezes fairways, e outras hazards. Alargou-as em algumas situações - em lugares estratégicos -, modelou o terreno à sua volta, elevando-o e escondendo essas situações dos menos precavidos. Plantou em seguida milhares de árvores. Na realidade, mais de 360 mil árvores foram mandadas plantar por Cotton, dividindo fairways, definindo greens, dando um carácter diferente a cada buraco. Só um arquitecto com grande imaginação poderia prever o que hoje é o golfe da Penina, com as suas frondosas árvores enchendo todo o campo.

Em frente ao Hotel, um novo percurso de nove buracos foi mais tarde criado para satisfazer a cada vez mais numerosa clientela e para garantir aspectos de manutenção: o Resort course (ex - Monchique). Foi também construido um pequeno campo de buracos bastante curtos - um executive course, o Academia course (ex - Quinta) para iniciados - entre os fairways do Championshíp course.

O driving-range é muito bem orientado e amplo, sendo antecedido por um enorme putting-green com cerca de 1000 metros quadrados, o que também faz da Penina um centro de treino de superior qualidade.

O par do campo da Penina é de 73 (35+38), com a segunda volta a iniciar-se e a acabar com dois par 5 seguidos, o que não é usual. O primeiro buraco, um par 4 de 411 metros, quase no limite dos par 5 tradicionais, é muito difícil e tem um green com mais de 35 metros de profundidade que obriga a escolher criteriosamente o ferro a jogar. O fim da primeira volta tem outro buraco de mais de 400 metros, em dogleg, um green longo, em dois níveis e bem defendido por três bunkers. O buraco número 13, um par 3 de 208 metros, «corre» ao longo de um lago protegido por um bunker à direita do green e é um dos challenge holes da Penina. O 18, um par 5 com um green elevado mas alcançável em duas pancadas, é uma boa hipótese de birdíe para terminar uma competição, neste enorme campo com mais de 6370 metros, que só um grande campeão como Cotton conseguiria vencer.

Por último, nesta nossa viagem pela Penina, uma referência especial para a forma quase ideal - para quem joga - de se passar alguns dias envolvido num ambiente do mais elevado nível. Uma forma de turismo que consideramos como prioritária, para este pequeno país à beira-mar plantado.

Pine Cliffs Golf

Entre a Albufeira e Vilamoura, numa zona chamada Praia da Falésia, situa-se o campo de golfe de Pine Cliffs, desenhado por Martin Hawtree, da firma inglesa Hawtree & Son, a mesma que desenhou o campo de golfe da Carregueira.

Com efeito, Pine Cliffs é mais do que um campo de golfe: é um jardim. Com apenas nove buracos, em 2274 metros, é um conjunto de quatro par 3, quatro par 4 e um par 5, este último na realidade um par 4 com os seus 400 metros, não deixando contudo de ser um excelente buraco.

Mas o ex-libris de Pine Cliffs é o buraco número 9, jogado sobre uma ravina com algumas dezenas de metros de altura e de onde se vislumbram os imensos e convidativos areais das praias algarvias.

Nigel Mansell, durante algum tempo Presidente de Pine Cliffs, deu-lhe a aura que envolve normalmente as grandes vedetas do desporto, tendo assim hipótese de continuar a treinar golfe e manter o seu handicap 4, entre duas corridas de Fórmula 1.

Pinhal Golf Vilamoura

A caminho do leste algarvio, uma grande propriedade foi transformada em estância turística, como resultado da imaginação e poder de um homem que acreditou nas potencialidades da província mais a sul de Portugal, eventualmente mostrando o caminho que se poderia seguir, no que diz respeito à forma ordenada, integrada e controlada de que o turismo se deveria revestir entre nós. Esse homem foi Cupertino de Miranda, que lançou as bases de Vilamoura em termos que se podem considerar exemplares. O que de bom tem Vilamoura deve-se-lhe, independentemente das vicissitudes por que tem passado.

E os golfes de Vilamoura são uma realidade que a transformou num dos destinos golfístícos da Europa, com três campos de 18 buracos

Pinhal Golf Course, inaugurado em 1976, é um trabalho de Pennink, agora com a sua firma Cotton, Pennink and Steel, não tendo o primeiro nada a ver com Sir Henry Cotton, e sendo o último o arquitecto de Vila Sol. Desta empresa de arquitectos nasceu a Aroeira.

Por razões de natureza urbanística, o Pinhal foi modificado em 1985 por Trent Jones, aproveitando-se do antigo traçado 11 buracos.

Aqui, facilmente se verificará no mesmo campo as diferenças de conceitos de golfe da escola americana e inglesa. Os americanos, tranquilamente, mexem na terra com muito à-vontade, enquanto se sente que os britânicos têm um certo pudor e, por vezes, um certo requinte. Pensamos que, embora o exemplo seja excelente do ponto de vista académico, melhor seria, para conservar o carácter do campo, que o Pinhal tivesse sido projectado por outro arquitecto da mesma escola.

Pinheiros Altos

O campo de golfe de Pinheiros Altos foi concebido pelo americano Ronald Fream e situa-se na Quinta do Lago, perto do campo da Quinta do Lago Norte (Ria Formosa).

Trata-se de um percurso de par 72 (36+36) em 6236 metros, que tem duas estruturas diferentes, posto que os primeiros nove buracos são na zona montanhosa, entre pinheiros mansos, e os segundos nove numa zona mais plana, na qual os obstáculos de água entram mais em jogo.

Com a introdução do green do 17 e o novo par 5 do buraco 12, os Pinheiros Altos estão a desenvolver-se rápidamente e a tornar-se um "must" para quem joga no Algarve.

Quinta da Rias

Este espectacular campo de 18 buracos situa-se no Parque Natural da Ria Formosa e estende-se por uma superfície plana de cerca de 660.00 m2 ao longo da cita Ria, com espantosas vistas sobre o mar.

O Campo, par 72, tem duas voltas de 9 buracos, tendo cada uma dois par 5, cinco par 4 e dois par 3, medindo cerca de 6.016 metros.

Cinco lagos foram estrategicamente colocados ao longo do campo, especificamente perto dos geens dos buracos 5, 10 e 14. O buraco 16, um par 5, é jogado por entre os dois maiores lagos. O green do buraco 17, um par 3, é limitado por um destes lagos onde se encontra uma ilha com uma grande variedade de pássaros da fauna local. Para além da beleza que estes lagos dão ao campo estes servem também como reservatórios de água para irrigação e são alimentados por um riacho.

A rega nocturna é recuperada pela drenagem através de uma boa modelação do terreno.

Os greens, suavemente ondulados, estão bem protegidos por bunkers. Os greens, tees e fairways são cobertos por relva Bent Crenshaw e os roughs com Poa Pretensis com Festucas.

Mais de 300 árvores, tal como as oliveiras e alfarrobeiras, foram transplantadas para manter o traçado do campo e as características naturais da paisagem, fazendo lembrar que o campo tem a mesma idade que estas árvores centenárias. De qualquer parte do campo podem ver-se montanhas e mar. Os laranjais e vinhas circundantes fazem com que o campo se torne ainda mais bonito.

Quinta de Cima

Com 18 buracos, habilidosamente espelhados por uma área 620.00 m2, o Campo de Golfe da Quinta de Cima apresenta-se extremamente competitivo, com buracos com dog-leg é esquerda e á direita e greens bem protegidos por obstáculos de areia e por lagos, em especial os dos buracos 16, 17 e 18.

Os buracos 4, 5, 6 e 13 são atravessados por um ribeiro com açudes de água permanentemente corrente.

O percurso confina a norte com a Estrada Nacional 125 e estende-se para sul, onde é limitado pelo caminho municipal de acesso à Quinta da Ria. Avista-se o mar, a sul, de qualquer local do campo. Para norte, obtém-se uma vista espectacular para a serra algarvia.

Os greens foram semeados com Bent Crenshaw e os tees e fairways com Zoysia.

De um dos campos de prática, de generosas dimensões (300x100 metros), construído na direcção sul/norte, tem-se uma vista magnífica das montanhas e do oceano, quando se utilizam os tees do norte.

Do outro campo de prática, desenhado para treino de "ferros", faz parte uma Academia de Golfe que inclui 3 greens (com 6 tees) para o ensino de vários tipos de tacadas que se deparam a todos os golfistas, nomeadamente saídas de um bunker para um green a cerca de 120 metros.

Dado que não existem construções imobiliárias, este percurso de golfe é um verdadeiro paraíso, em que os golfistas estão em permanente contacto com a natureza.

Quinta do Lago Norte

A Quinta do Lago foi o primeiro trabalho de um arquitecto de golfe americano em Portugal. O espaço que lhe foi disponibilizado não poderia ser melhor. Uma mata de pinheiro mansos, num terreno suavemente ondulado e o Parque Nacional da Ria Formosa, ao fundo, repleto de aves migratórias que ali habitualmente se abrigam, com a brisa temperada do Atlântico sempre agradavelmente presente, era o que se oferecia como tela a William Mitchell.

Mas, quase tão importante como a Natureza, um novo conceito de resort era introduzido de forma exemplar em Portugal, no qual o grande e o bom se conjugavam com grande imaginação num conceito que de certa forma ainda permanece na Quinta do Lago, e faz dela um dos lugares mais apetecidos em toda a Europa.

A Quinta do Lago, tendo como seu leitmotiv a qualidade, introduziu em Portugal um novo tipo de manutenção do golfe que não era habitual entre nós; este foi o artífice do enorme fluxo turístico que assolou a Quinta do Lago e, de certa forma, todo o Algarve. Na realidade, pela primeira vez era possível jogar-se todo o ano sem lies preferenciais, porque a bola estava sempre numa posição impecável. Foi essa qualidade de manutenção, aliada à de alguns dos seus homens, que fez sobreviver o carisma da Quinta do Lago para além de todas as vicissitudes por que passou durante o período revolucionário posterior a 1974.

A Quinta do Lago tem hoje quatro percursos de nove buracos, sendo os três primeiros da autoria de W. Mitchell e o quarto o percurso de Joe Lee e W. Roquemore que, mais tarde, viriam a assinar o projecto de San Lorenzo, também na Quinta do Lago. Todos os percursos têm excelentes buracos, mas os que poderão sobressair de entre os demais serão, porventura, os par 5 - o 3"A", o 5"B", o 8"C" e o 11 do percurso "A-D".

Desses, o mais notável é, quanto a nós, o 5"B", com um fairway serpenteando por entre o pinhal, dois bunkers que «acolhem» todos os slices e hooks, permitindo uma segunda pancada para o green por cima dos pinheiros mansos - sempre possível para os jogadores «compridos» - e dois bunkers protegendo frontal e lateralmente. à direita. o green elevado. O melhor de todo o campo.

Também o par 3 número 6 do percurso "C" é um dos buracos que ficam na memória dos jogadores ou, pelo menos, de todos aqueles que deixam no seu lago, por semana, mais de mil bolas. Do back tee são, até ao meio do green, 200 metros e mais um lago de permeio, com mais de 60 metros de largura.

Quinta do Lago Sul

A Quinta do Lago foi o primeiro trabalho de um arquitecto de golfe americano em Portugal. O espaço que lhe foi disponibilizado não poderia ser melhor. Uma mata de pinheiro mansos, num terreno suavemente ondulado e o Parque Nacional da Ria Formosa, ao fundo, repleto de aves migratórias que ali habitualmente se abrigam, com a brisa temperada do Atlântico sempre agradavelmente presente, era o que se oferecia como tela a William Mitchell.

Mas, quase tão importante como a Natureza, um novo conceito de resort era introduzido de forma exemplar em Portugal, no qual o grande e o bom se conjugavam com grande imaginação num conceito que de certa forma ainda permanece na Quinta do Lago, e faz dela um dos lugares mais apetecidos em toda a Europa.

A Quinta do Lago, tendo como seu leitmotiv a qualidade, introduziu em Portugal um novo tipo de manutenção do golfe que não era habitual entre nós; este foi o artífice do enorme fluxo turístico que assolou a Quinta do Lago e, de certa forma, todo o Algarve. Na realidade, pela primeira vez era possível jogar-se todo o ano sem lies preferenciais, porque a bola estava sempre numa posição impecável. Foi essa qualidade de manutenção, aliada à de alguns dos seus homens, que fez sobreviver o carisma da Quinta do Lago para além de todas as vicissitudes por que passou durante o período revolucionário posterior a 1974.

A Quinta do Lago tem hoje quatro percursos de nove buracos, sendo os três primeiros da autoria de W. Mitchell e o quarto o percurso de Joe Lee e W. Roquemore que, mais tarde, viriam a assinar o projecto de San Lorenzo, também na Quinta do Lago. Todos os percursos têm excelentes buracos, mas os que poderão sobressair de entre os demais serão, porventura, os par 5 - o 3"A", o 5"B", o 8"C" e o 11 do percurso "A-D".

Desses, o mais notável é, quanto a nós, o 5"B", com um fairway serpenteando por entre o pinhal, dois bunkers que «acolhem» todos os slices e hooks, permitindo uma segunda pancada para o green por cima dos pinheiros mansos - sempre possível para os jogadores «compridos» - e dois bunkers protegendo frontal e lateralmente. à direita. o green elevado. O melhor de todo o campo.

Também o par 3 número 6 do percurso "C" é um dos buracos que ficam na memória dos jogadores ou, pelo menos, de todos aqueles que deixam no seu lago, por semana, mais de mil bolas. Do back tee são, até ao meio do green, 200 metros e mais um lago de permeio, com mais de 60 metros de largura.

Quinta do Vale Golf

Com a assinatura de Seve Ballesteros, o court do Quinta do Vale Golf Resort é um excelente teste para principiantes e uma oportunidade única para os mais experientes porem a sua técnica e perícia à prova.

A promessa do conceituado golfista espanhol é simples: agradar a todos independentemente do seu handicap. Desenvolvendo-se numa área de 75 há, o campo de golfe do Quinta do Vale Resort é um percurso de 18 buracos (Par 72) que conta igualmente com um Driving Range e uma zona especialmente projectada para iniciantes e treinos com um Putting-Green e um percurso extra de 9 buracos.

enomenalmente integrado na paisagem e beneficiando de uma vista luxuriante sobre o Rio Guadiana, o percurso maximiza as condições naturais do terreno, criando buracos de grande espectacularidade. O grau de dificuldade entre os diferentes buracos é bastante equilibrado o que torna o percurso competitivo e aliciante até ao final. Variados tees, fairways relativamente amplos, inúmeros buracos de dog-leg e obstáculos que exigem atenção na escolha dos ferros e nas jogadas de saída, premeiam o jogador que souber superar com êxito os pares 3 e 4, tirando partido das oportunidades criadas nos par 5, somando birdies.

Com uma localização invejável, no centro do resort, o Club House promete ser o centro social da Quinta do Vale, um espaço elegante e sofisticado, o ponto de encontro ideal entre golfistas e visitantes. Equipado com espaçosos balneários, ginásio, salas privadas para sócios, bar e restaurante, este charmoso complexo está preparado para dar resposta a todas as exigências de um golfista após completar os 18 buracos de golfe.

Golfe Salgados

Localizado numa das mais conhecidas regiões do Algarve, entre Albufeira e Armação de Pêra, o campo do Salgados, apesar de ser bastante recente, é já um dos ex-libris do golfe em Portugal. Com efeito, a sua proximidade com o mar e uma enorme diversidade de lagos, fazem dele um teste de golfe muito interessante e diferente dos restantes campos algarvios.

O projecto original é do arquitecto luso Pedro de Vasconcelos, com evoluções subsequentes de outros arquitectos portugueses. Mas para a sua configuração final contribuiu de forma decisiva a colaboração de Robert Muir Graves.

O percurso, um links de 6000 metros com muitos obstáculos de água, não é muito comprido, mas a aproximação aos greens exige muita perícia. A colocação do drive é também essencial para se conseguirem bons resultados, tornando o campo agradável sobretudo para os jogadores com alguma capacidade técnica.

Além disto, os seus dezoito buracos encontram-se bastante equilibrados, pois cada uma das duas metades do percurso tem dois par 5 com cerca de 500 metros e dois par 3 de mais de 170 metros. No total, o campo perfaz o par 72.

San Lorenzo Golf

Na Quinta do Lago, Joseph Lee e W. Roquemore desenharam o campo de golfe de San Lorenzo, perto da povoação de São Lourenço, junto dos limites do Parque da Ria Formosa.

San Lorenzo, sendo distinto dos restantes percursos da Quinta do Lago, é contudo semelhante em termos de qualidade de manutenção.

Par 72, com 6238 metros, tem vários buracos de grande beleza, sobretudo os que se encontram junto à ria Formosa, tais corno o par 3 número 5, que é a «miradela» para a Ria e dois par 4, o 6 o 7, que se insinuam junto a ela. O buraco número 8, um par 5, é, segundo alguns dos melhores jogadores do país, o buraco mais difícil do campo, por exigir três shots perfeitos para se alcançar o green.

São contudo os dois últimos buracos que, de certa forma, estão na filosofia dos arquitectos - tal como o oitavo - nos quais o lago imenso está sempre em jogo.

Infelizmente, San Lorenzo é um campo que não teve até hoje a notoriedade que merecia como championship golf course, dado que, por opção dos seus proprietários, ainda não foi possível aí realizar uma competição de prestígio internacional.

Silves Golf Course

Silves Golf apresenta um enorme desafio e um elevado «slope rating» de 121. O campo par 70 é dotado de uma excelente colecção de buracos par 3 e extraordinários par 5.

Um "drive" no primeiro buraco terá que afastar-se de dois lagos laterais. O design estratégico é caracterizado por uma beleza natural e elegante.

Os golfistas desfrutam de uma vista deslumbrante para a Serra de Monchique e o vale de Vila Fria, repleto de palmeiras e oliveiras.

Na memória do golfista permanece uma gigantesca oliveira antiga na encosta do primeiro buraco.

Old Course

A caminho do leste algarvio, uma grande propriedade foi transformada em estância turística, como resultado da imaginação e poder de um homem que acreditou nas potencialidades da província mais a sul de Portugal, eventualmente mostrando o caminho que se poderia seguir, no que diz respeito à forma ordenada, integrada e controlada de que o turismo se deveria revestir entre nós. Esse homem foi Cupertino de Miranda, que lançou as bases de Vilamoura em termos que se podem considerar exemplares. O que de bom tem Vilamoura deve-se-lhe, independentemente das vicissitudes por que tem passado.

E os golfes de Vilamoura são uma realidade que a transformou num dos destinos golfístícos da Europa, com três campos.

The Old Course (ex - Vilamoura l) foi inaugurado em 1969, sendo um projecto de Frank Pennink, o seu primeiro em Portugal, percebendo-se porque voltou a ser convidado para desenhar e projectar outros golfes em terras lusas. The Old Course é um golfe que se espraia pelas matas de pinheiros mansos com a maior naturalidade. É a escola inglesa.

Tudo começa com aparentes facilidades, convidando ao jogo com um par 4 fácil - para quem colocar a bola no fairway - e com um green que pode ser atingido com um bom drive.

Dos par 3 realçamos o 4, com um lago frontal, e o 15, dificilmente atingível, São contudo os par 5 da segunda volta - quatro no total - o «perfume» do The Old Course, sem deixarmos de salientar o buraco número 16, o melhor.

Vale da Pinta

Desenhado também por Ronald Fream, o Vale da Pinta é um par 71 de 6152 metros e é, em nossa opinião, um dos melhores campos de golfe da actualidade, em Portugal.

Raramente temos encontrado um campo que tanto nos tenha impressionado à primeira vista.

No meio de um olival, com algumas árvores com mais de 1500 anos de existência, de troncos enormes, o Vale da Pinta oferece-se ao jogador como um espectáculo de grande beleza, que tem de se apreciar.

Cada buraco tem o seu próprio carácter, diferente de todos os demais.

Os buracos que merecem nota especial são o par 3 número 11, com 179 metros, jogado de um tee elevado com um enorme bunker a proteger o green.

Um pouco mais à frente o 14, um par 5 sempre a descer suavemente, com uma série de bunkers de fairways e 541 metros de comprimento, tem a cerca de 100 metros do green a oliveira mais antiga daquele olival, com mais de um milénio e meio de existência.

Golfe Vale de Milho

Situado a cerca de dois quilómetros do Carvoeiro, é um pequeno campo de nove buracos de par 3 e com apenas 900 metros de comprimento, que foi desenhado por Dave Thomas e constitui uma boa forma para treinar os ferros curtos.

Vale do Lobo Ocean Course

O Ocean Golf Course é ladeado por pinheiros mansos e figueiras em terrenos suavemente ondulados, que se estendem até ao Atlântico. O back nine é particularmente caracterizado pelas paisagens panorâmicas para o oceano, com muitos dos buracos a terminarem quase na praia. Ao chegar ao topo da colina no buraco 11, os jogadores são surpreendidos por uma imagem de cortar a respiração. O fairway estende-se directamente até ao mar, e nos buracos seguintes o cenário repete-se, contribuindo decisivamente para uma volta de golfe inesquecível, mesmo quando o resultado não é o esperado.

O Royal e o Ocean são dois campos excelentes. No Royal tem de bater a bola a direito – terá sérias dificuldades se não o fizer. O Ocean é diferente, obriga-nos a adaptar mais as tacadas.

O Ocean Golf Course é composto por dois originais campos de 9 buracos desenhados por Sir Henry Cotton, inaugurados em 1968 e 1972. O seu plano de juntar os dois campos concretizou-se em 1985, já após o seu falecimento.

Vale do Lobo Royal Course

O Royal Golf Course fica situado por entre lagos e uma vegetação luxuriante de pinheiros e flores silvestres. É caracterizado por um exigente Par 3 sobre a falésia – o famoso buraco 16 – indiscutivelmente um dos cenários de golfe mais célebres da Europa e símbolo do golfe no Algarve.

"O meu buraco preferido é o 16 do Royal, que constitui, se o vento estiver contra, uma das tacadas mais emocionantes do mundo. (...) Para além disso, não conheço mais nenhum campo na Europa, que se ajuste tão perfeitamente a membros, residentes e visitantes".
Brian Davis, Profissional do PGA US Tour

O Royal Golf Course foi desenhado pelo arquitecto americano Rocky Roquemore, que se baseou nos desenhos originais de Sir Henry Cotton. Foi inaugurado em Agosto de 1997.

Victoria Golf Vilamoura

Integrado no Programa Vilamoura XXI, o «Victoria Clube de Golfe» promete ser um dos melhores campos da Europa, apresentando o mais feliz casamento entre um excepcional percurso de golfe e a cuidadosa protecção da natureza. Com a assinatura de Arnold Palmer, o "Victoria Clube de Golfe" é o espelho da excelência deste lendário jogador e desenhador de campos de golfe. No mais recente campo de Vilamoura qualquer jogador viverá experiências únicas, por entre cascatas e lagos, "bunkers" bem posicionados e tacadas heróicas e arriscadas.

Simultaneamente, o "Victoria" revela-se acessível e competitivo para amadores de handicap médio.

Com um atendimento personalizado, o "Victoria Clube de Golfe" apresenta características ímpares, que se sentem logo na recepção ao jogador e após a primeira tacada. Com 5 campos de 18 buracos e uma Academia de Golfe, jogar em Vilamoura será uma experiência inesquecível para quem vive com o golfe no coração.

Golfe Vila Sol

Mesmo junto a Vilamoura, à entrada de Quarteira, Vila Sol foi o primeiro trabalho isolado do prestigiado arquitecto inglês Donald Steel em Portugal.

Donald Steel é o tipo de arquitecto que, em primeiro lugar, quer preservar a natureza com a sua vegetação natural, reduzindo ao mínimo a movimentação de terras, aproveitando do terreno a sua ondulação, para criar o tipo de golfe que está dentro da filosofia inglesa, e que funciona como contraponto à escola americana, na qual tees e greens elevados são imprescindíveis. É o chamado golfe natural e estratégico, contra o golfe-obstáculo, heróico. De resto, isso é notório nos campos algarvios quando se comparam, por exemplo, Vila Sol e San Lorenzo.

O campo começa com um par 4 de 381 metros, bastante complicado, com um pinheiro muito alto a cerca de 50 metros do green a dificultar a sua entrada, sendo este muito abaulado e rápido. Um par aqui é sempre um bom começo. Logo a seguir, outro par 4 de mais de 400 metros: um clássico, quanto a nós. Não vale a pena descrever. É ir jogar. O terceiro, outro par 4, com 385 metros e um segundo shot para um green em terreno mais elevado, fazem deste buraco o mais difícil do campo. De realçar que este deve ser o mais complicado início de jogo de todos os campos portugueses, como se pode verificar através dos strokes atribuídos a estes três buracos: 5, 3 e 1.

O buraco número 6 é um par 5 algo elaborado, com o seu lago de permeio, pelo que preferimos o 8 como par 5, com 499 metros e uma regueira transversal a resguardar o «green» de dois planos.

Nos segundos nove, dois par 3 de excelente recorte são o 13 e o 15; o 18 tem apenas contra si o facto de, na pancada de saída, não se ver o green. Um excelente driving-range é outro dos factores interessantes em Vila Sol. Mas, acima de tudo, até hoje, é uma manutenção muito profissional que faz do seu golfe um lugar onde dá prazer jogar.

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